Foi na capital gaúcha, onde vive há quarenta anos, que Yeda Crusius criou sua família. Yeda é mãe de César e Tarsila, e avó de João Guilherme, Vinícius, Helena e Victória. E foi neste chão que ela deu início a uma trajetória de sucesso, mas, sobretudo, de muito trabalho.
De economista a ministra do Planejamento, de professora universitária a parlamentar, Yeda construiu sua carreira profissional passo a passo no Rio Grande do Sul.
Foi um caminho natural. O conhecimento e a vivência como economista, professora, coordenadora de pós-graduação, de pesquisas do IEPE/PEME (Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas da UFRGS), e como diretora da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do RS (faculdade que completou 100 anos em 2010), levaram-na a colaborar com artigos e comentários em jornais e emissoras de rádio e de TV. Eram os anos 80, o maior desafio: tempos em que traduzir o complicado momento econômico de recessão com inflação não era tarefa simples.
O entendimento de que podia contribuir ainda mais como cidadã levou Yeda à participação político-partidária, com o nascimento do PSDB em 1988 - durante a Constituinte, um ano antes da queda do Muro de Berlim e da primeira eleição presidencial no Brasil, desde 1963. Uma atuação consagrada por três mandatos seguidos, como deputada federal, em 1994, 1998 e 2002, e ainda governadora em 2006.
Em 1993, foi chamada para mais uma missão. Foi escolhida ministra do Planejamento no governo de Itamar Franco. Ali colocou sua experiência e determinação a serviço de um momento instável, com o afastamento do primeiro presidente eleito do Brasil, para ajudar a oferecer soluções a problemas tão graves na vida de milhões de brasileiros. No enfrentamento da seca do Nordeste, Yeda coordenou comissão que estudava estratégias de combater a fome no Brasil. A iniciativa garantiu todo o apoio ao sociólogo Betinho e sua “Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida”.
No Congresso, por 12 anos, Yeda trabalhou e lutou por suas iguais. Defendeu diversas ações, como a ampliação da realização do Teste do Pezinho, que ajuda a preservar a saúde de milhares de crianças todos os dias no País. Lutou pela criação da aposentadoria das trabalhadoras rurais.
É Yeda sempre atenta às questões mais urgentes do país. Como o combate à corrupção, bandeira importante que a fez colaborar na fundação do grupo Movimento Brasil Verdade. Yeda Crusius foi a primeira mulher a presidir a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.
Sob a presidência de Yeda, a Comissão de Finanças e Tributação aprovou a criação do Banco da Terra e o Projeto de Lei (PL 2710/1992), instituindo o Fundo Nacional de Moradia Popular (FNMP) e o Conselho Nacional de Moradia Popular (CNM). Esse foi o primeiro projeto de iniciativa popular do Brasil após a Constituição de 1988, apresentado com cerca de um milhão de assinaturas, em tramitação na Câmara há quase uma década. O projeto foi aprovado em uma sessão histórica da Comissão, tendo a participação de várias entidades defensoras da moradia popular.
Yeda também foi a primeira mulher a assumir a vice-presidência da Comissão Mista de Orçamentos do Congresso Nacional. A trajetória de Yeda é marcada pela participação em vários segmentos, mas, principalmente, pela crença de que é possível melhorar a vida das pessoas através do fazer política.
Determinada e com um currículo respeitado, Yeda se prepara para romper mais um paradigma. Concorreu, em 2006, e foi eleita a primeira mulher governadora na história do Rio Grande do Sul. E os gaúchos viram nessa mulher a sua líder para levar o Estado a um novo período de crescimento com autonomia. Foram 3.377.973 votos e a confiança de que o Rio Grande podia ser gerido de uma forma diferente. Com mais eficiência e responsabilidade.
Os resultados apareceram. Desde os momentos da campanha ao governo, ela acreditou que era possível, com bastante trabalho, boa dose de sacrifício e muita seriedade, zerar o déficit do Rio Grande do Sul e investir. Algo que não ocorria há 37 anos. Mas este compromisso, que podia parecer um sonho ainda distante, foi cumprido em 2008.
E o que se confirma, ao longo desses quatro anos, é a segurança de que a experiência de gestão foi extremamente bem-sucedida, e de que o Estado pode ser melhor para todas as pessoas que aqui vivem. Movida por esta convicção, Yeda se propôs a um novo desafio. Concorre à reeleição ao governo do Rio Grande do Sul pela coligação Confirma Rio Grande. Uma comunhão de partidos, conduzida por uma governadora que escreve uma página bela e vitoriosa no Estado.
ESTA MAIS DO QUE COMPROVADO, NINGUÉM TEM MAIS EXPERIÊNCIA, COMPETÊNCIA E CORAGEM PARA GOVERNAR O RIO GRANDE QUE YEDA 45!
UM NOVO TEMPO JÁ CHEGOU....
Postado por JPSDB-RS http://jpsdbrs.blogspot.com/2010/08/perfil-de-yeda-45-ninguem-supera.html

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