O tucano recebeu, por meio do vereador Sebastião Mello (PMDB), uma carta dos vereadores que apoiam sua candidatura em Porto Alegre. Após o encontro com as lideranças partidárias, ele andou por ruas do Centro de Porto Alegre, parou em um bar e tomou café. Em seguida, fez uma pausa em uma banca de frutas, onde comeu bananas.
O tucano disse que, caso seja eleito, vai ser um presidente “próximo” do Rio Grande do Sul, estado onde a sua rival na disputa, a petista Dilma Rousseff, iniciou sua vida pública e bateu o tucano no primeiro turno –ela teve 46,95% dos votos válidos, contra 40,59% de Serra.
"Vocês nunca tiveram um presidente tão próximo como eu vou ser do Rio Grande do Sul", afirmou o tucano, em discurso no auditório do Hotel Everest, no centro de Porto Alegre, onde ele chegou às 14h acompanhado da governadora Yeda Crusius (PSDB), que foi derrotada na disputa à reeleição por Tarso Genro (PT). Serra disse que pretende construir a segunda ponte do Rio Guaíba e o metrô de Porto Alegre.
Antes de partir para Rio Grande, no sul do estado, onde sua agenda previa a participação em uma carreata e visita ao Polo Naval, Serra foi ao comitê do candidato derrotado ao governo José Fogaça (PMDB). O tucano busca o apoio de Fogaça à sua candidatura, apesar de o PMDB estar coligado com o PT em nível nacional. Ao final do encontro, ambos afirmaram que não falariam sobre um eventual apoio.
O PMDB gaúcho tem uma reunião marcada para esta quinta-feira para definir um posicionamento sobre quem apoiar no segundo turno das eleições presidenciais.
Serra chegou por volta das 18h em Rio Grande, no sul do estado. O candidato fez uma caminhada no centro da cidade acompanhado de militantes. Ainda nesta quarta-feira, Serra deve participar de uma caminhada no centro de Pelotas, também na região sul do estado.
Fonte: G1.com


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