No sábado (16), José Serra cumpriu agenda em Canindé (CE), onde participou da missa na Basílica de São Francisco das Chagas, acompanhado do Senador Tasso Jereissati (PSDB). Em seguida, encontrou-se com prefeitos da região, sendo recebido por populares, parlamentares e lideranças locais de vários partidos que apoiam Serra no segundo turno das eleições
Entre eles, além do senador Tasso Jereissati, também falou o ex-governador do Ceará, Lúcio Alcântara (PR), que concorreu ao governo, mas foi derrotado por Cid Gomes (PSB). No primeiro turno, ele apoiou a candidatura de Dilma, mas agora está do lado do tucano.
Em seu discurso, Tasso falou em “dar a volta por cima no Ceará” com a eleição de Serra para a presidência. O senador afirmou que a votação maior de Dilma no nordeste foi fruto de especulações e mentiras de que o governo do PSDB iria acabar com os programas do governo Lula. “Uma imensa mentira e pressão que foi feita em cima do medo de perder o Bolsa Família”.
Serra também citou que vai aumentar o salário mínimo para R$ 600 e reajustar as aposentadorias em 10%. O tucano disse que quer construir um país em “paz”. “Não podemos ter um país dividido por aqueles que consideram adversários como inimigos, porque aí vale qualquer coisa”.
O candidato disse ainda que o Brasil só irá se desenvolver quando todas as regiões crescerem juntas e prometeu investir no nordeste. Serra afirmou que vai “tirar do papel” projetos que estariam parados como a Transnordestina e a Transposição do Rio São Francisco.
“Vou ser um presidente amigo do nordeste e do Ceará”, falou. O tucano ganhou uma imagem de São Francisco que prometeu colocar em seu gabinete no Palácio do Planalto, caso seja eleito.

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